Este artigo do Professor Ives Gandra faz parte do livro “Um NOVO mandato pelo Brasil”, volume 7 da deputada federal Adriana Ventura
Tenho por Adriana Ventura uma admiração que vem dos tempos de menina, quando frequentava minha casa, colega que era de meu filho Rogério.
Sua carreira é brilhante e sua luta pela verdadeira democracia – em que o povo, como desejaram os Constituintes, exerce o poder através daqueles que elegeu –, é admirável.
Só dois Poderes são soberanos: o Legislativo e o Executivo, visto que escolhidos pelo mais importante ator democrático, ou seja, a população de um país.
O Judiciário é um Poder relevante, que aparece, na Lei Suprema, em terceiro lugar, atrás dos Poderes Legislativo (artigos 44 a 75) e Executivo (artigos 76 a 91), porque não eleito pelo povo (artigos 92 a 126), necessitando de colaboração do Ministério Público (arts. 127 a 130A) e da Advocacia (arts. 131 a 135). Sua função é fazer respeitar a lei, que não pode elaborar, por ser apenas um poder técnico.
Adriana, por sua vez, é uma extraordinária representante do povo, exercendo seu mandato como deputada federal, com inúmeras iniciativas, que este livro bem demonstra. Atua, portanto, no Poder mais representativo do povo, que é o Legislativo, pois lá estão delegados da situação e da oposição, sendo que a Câmara dos Deputados é a lídima representante da nação. Já o Senado representa os Estados, por ser a sede da representação federativa.
Acompanhando a carreira desta autêntica democrata, brilhante parlamentar e digna deputada, sinto-me orgulhoso de ser por ela representado, pois amo o país como ela o ama e, apesar de meus 91 anos, através da modesta cátedra universitária luto defendendo os mesmos ideais que ela.
Nunca o Brasil precisou tanto de representantes corajosos, idealistas, trabalhadores, que em contato com seus eleitores consigam levar à Casa das Leis seus sonhos, desejos e aspirações. O país vive uma crise de identidade pois, muitas vezes, seus delegados exteriorizam mais seu pessoal amor ao Poder do que à Pátria.
Felizmente, em Adriana, aqueles que lerem este livro, perceberão que seu amor ao país e ao bem comum é seu único desejo, pois nasceu e vive para servir. Tenho a certeza que a presente obra é um cristalino testemunho de seu labor e que seus eleitores continuarão prestigiando-a com seu voto, o que será bom para o povo, para a democracia e, principalmente para o Brasil.
IVES GANDRA DA SILVA MARTINS*








