Adriana Ventura

Baixe o livro 6 Um NOVO mandato pelo Brasil, da deputada federal Adriana Ventura

Deputada Adriana Ventura no plenário sorrindo na mesa com uma camisa social lilás.
Deputada Adriana Ventura no plenário sorrindo na mesa com uma camisa social lilás.

Leia o prólogo e baixe o livro Um NOVO mandato pelo Brasil, volume 6, que conta a atividade parlamentar da Deputada Adriana em 2024

Faça o que é necessário fazer. Ainda que isso seja impopular. E por quê? Porque a cada decisão a tomar, a cada voto dado, o que se deve colocar à frente não é o imediatismo ou a popularidade, mas o bem comum e a visão de longo prazo. 

Como deputada federal, seria fácil optar ou endossar soluções paliativas, populistas. Mas não fui eleita para buscar aprovação, satisfação pessoal, palmas. Fui eleita para encontrar a melhor solução a curto, médio e longo prazo para os problemas do nosso País. Fazer o que é necessário, mesmo que impopular, exige convicção, resiliência e a capacidade de suportar críticas.

Vamos lembrar: a popularidade não é um indicador. A história está repleta de exemplos de decisões populares que se mostraram desastrosas a longo prazo, assim como de medidas impopulares que pavimentaram o caminho para o progresso e o bem-estar coletivo. Entre o que agrada à maioria no presente e o que beneficia a sociedade no futuro fico com a segunda opção.

Meu compromisso é com a integridade, a responsabilidade, o equilíbrio fiscal, a implementação de reformas estruturais, a desburocratização, o corte de privilégios. No curto prazo, as decisões podem ser impopulares, mas tenho certeza que, a longo prazo, o remédio amargo pode levar a um País mais próspero, justo e com instituições sólidas. 

A história nos oferece exemplos de líderes liberais que fizeram o que era necessário, mesmo que impopular, e que, posteriormente, foram reconhecidos por suas ações, inclusive com premiações que atestam o acerto de suas decisões. Margaret Thatcher, primeira-ministra britânica, implementou reformas econômicas profundas na década de 1980, combatendo a inflação e privatizando empresas estatais. Suas políticas, inicialmente impopulares, resultaram em um período de crescimento econômico para o Reino Unido e lhe renderam o apelido de “Dama de Ferro”, além de reconhecimento internacional por sua liderança, incluindo diversos prêmios e honrarias. Ronald Reagan, presidente dos Estados Unidos, também adotou políticas econômicas liberais, como cortes de impostos e desregulamentação, que, apesar da oposição inicial, impulsionaram a economia americana. Reagan também foi agraciado com diversos prêmios e reconhecimentos por suas políticas, consideradas cruciais para o desenvolvimento dos Estados Unidos.

No contexto mais recente, podemos citar o trabalho de Paulo Guedes como Ministro da Economia do Brasil. A implementação de reformas como a da Previdência e a busca pelo equilíbrio fiscal, embora tenham gerado debates e críticas, visavam a estabilizar a economia brasileira. Esses líderes, ao priorizarem o que é necessário, buscaram construir um ambiente econômico mais saudável e propício ao crescimento, mesmo que isso exigisse sacrifícios imediatos. 

O livro deste ano mostra um pouco do meu ano em Brasília, fazendo o que é necessário. 

Boa leitura!

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