Presidente da Frente de Fiscalização, Integridade e Transparência, a deputada tem 600 requerimentos de informação, 50 projetos de transparência e 30 representações ao Tribunal de Contas da União
Nesta semana, saberemos quem será a deputada ou o deputado que será eleito para ocupar a vaga de Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), aberta por conta da aposentadoria do ministro Aroldo Cedraz, em fevereiro. Um ministro do TCU possui a atribuição de fiscalizar a aplicação do dinheiro público federal, julgar as contas de gestores públicos, verificar a legalidade e economicidade de gastos, e auxiliar o Congresso Nacional no escrutínio dos gastos do Governo.
Indicada ao cargo pelo partido NOVO, a deputada federal Adriana Ventura é a candidata que reúne todas as características necessárias para tornar as decisões do TCU cada vez mais técnicas, independentes e corajosas. A parlamentar representa um perfil técnico e alinhado à defesa do controle rigoroso dos gastos públicos e assumiu o compromisso de atuar em parceria com os demais ministros para combater irregularidades, fiscalizar obras e orçamentos e garantir o bom uso dos recursos da União.
Eleita para o primeiro mandato em 2018 e, para o segundo, em 2022, a fiscalização do governo federal é traço intrínseco da trajetória da parlamentar, que praticou incessantemente a defesa constante e inegociável da responsabilidade fiscal e da clareza nos gastos do Estado.
Se o que o Tribunal de Contas da União precisa é de uma liderança firme, técnica e independente, não há nome mais adequado que o de Adriana Ventura. Presidente da Frente de Fiscalização, Integridade e Transparência, a deputada tem 600 requerimentos de informação, 50 projetos de lei para garantir transparência nos poderes e 30 representações ao TCU.
Sempre atuei de forma firme nas pautas de controle, transparência e responsabilidade fiscal, sem alinhamentos automáticos e me guiando pelo interesse da sociedade. O TCU exerce um papel estratégico na proteção do dinheiro do pagador de impostos. A qualificação e a coragem de exercer o controle com autonomia são fundamentais para a integridade e a saúde plena do TCU”, afirma.
Competência em forma de mulher, Adriana tem a integridade como base de toda sua atuação pública e, caso seja eleita, pretende atuar no sentido de:
- Promover a máxima transparência e efetiva fiscalização dos gastos públicos;
- Aprimorar os mecanismos de prevenção, detecção e punição de atos de corrupção;
- Combater o nepotismo em indicações aos tribunais de contas;
- Vedar privilégios no âmbito do TCU e garantir a aplicação da Lei de Acesso à Informação e, principalmente, o livre acesso da imprensa a todos os documentos de interesse público.
Currículo de Adriana Ventura e conquistas recentes
Adriana Ventura é formada em Administração Pública, mestre e doutora pela FGV-EAESP, onde é professora há mais de 20 anos das disciplinas de gestão e empreendedorismo. Estudou na École Supérieure des Sciences Économiques (ESSEC), em Paris. Em sua tese de doutorado, discorreu sobre Ética e Integridade, usando como base a Ética das Virtudes de Robert Solomon, oriunda da abordagem Aristotélica.
Autora de diversas leis importantes, como por exemplo, a Lei 15.017, de 2024, que decide pela transparência dos dados do Censo Escolar e a Lei 14.510, de 2022, que autoriza e disciplina a prática da telemedicina em todo o território nacional, Adriana é uma das parlamentares com maior capacidade de fiscalizar a execução orçamentária e financeira do país e contribuir com o aperfeiçoamento da Administração Pública em benefício da sociedade.
O tribunal responsável por fiscalizar bilhões de reais do dinheiro público precisa, acima de tudo, de coragem para enfrentar abusos e privilégios. Ao longo dos dois mandatos, Adriana Ventura se destacou como uma das maiores fiscalizadoras do governo Lula e de seus aliados. Em relação às iniciativas de fiscalização voltadas à transparência e moralidade na gestão pública, Adriana conquistou importantes avanços nos últimos anos, entre eles:
— Suspensão da sala VIP do TST: sua ação, juntamente pressão de outros nomes do NOVO, barrou o espaço de luxo exclusivo para ministros no aeroporto de Brasília, forçando o Tribunal a desistir do gasto com dinheiro do brasileiro honesto;
— Revelação de omissão do governo na fraude do INSS: exposição de que Jorge Messias (AGU) omitira a orientação para suspender ações que buscavam ressarcir os aposentados pelos descontos indevidos;
— Mais transparência sobre emendas: sua atuação resultou na instrução que obriga prefeituras a prestar contas das emendas recebidas, acabando com o “cheque em branco”;
— Garantia de dados da educação: coautora da Lei 15.017/2024, que impediu o MEC de continuar ocultando microdados do Censo Escolar e do SAEB;
— Exposição de gastos do governo Lula: com mais de 70 requerimentos de informação em 2024, forçou a abertura de gastos com comitivas internacionais (como em Paris) e detalhamento de verbas para o combate a queimadas;
— Auditoria em organizações de esquerda: sua pressão gerou auditoria do TCU para investigar repasses federais a entidades ligadas a movimentos ideológicos.
A deputada também ficou conhecida por sua disciplina parlamentar. Durante seu primeiro mandato na Câmara, não registrou nenhuma falta nas sessões, algo raro no parlamento. Enquanto outros candidatos chegam à disputa respaldados por acordos políticos e apoio do sistema, Adriana construiu sua trajetória enfrentando desperdícios, cobrando transparência e expondo irregularidades: sempre em defesa do brasileiro honesto que paga a conta.
Na segunda-feira, 13 de abril, a deputada federal Adriana Ventura (NOVO/SP) participa de sabatina para concorrer à vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU).
Quer conhecer um pouco mais da deputada? Baixe o folder da campanha à Ministra do TCU aqui.








